Educação de mercado

Como funciona a publicidade em carros de aplicativo

Tablets instalados no encosto do banco exibem publicidade para o passageiro durante a corrida — esse é o resumo. Mas o que torna o formato interessante não é a tela em si: é o contexto de atenção, a interatividade e a mensuração. Neste guia, explicamos como o modelo funciona de ponta a ponta, dos formatos de anúncio ao relatório final. Para a visão focada na nossa praça, veja como anunciar em carros de app em Curitiba.

Por que dentro do carro?

O transporte por aplicativo virou hábito nacional: segundo dados divulgados pela Uber Brasil, mais de 125 milhões de brasileiros já usaram o aplicativo, e o Brasil é o país com o maior número de motoristas de app cadastrados (UOL Economia, estudo CEBRAP). Cada corrida coloca uma pessoa sentada, por vários minutos, a centímetros de uma tela — sem a disputa de atenção da rua. É um dos poucos contextos do DOOH em que o público está parado e a mídia em movimento, circulando pelos bairros da cidade.

Os formatos de anúncio na tela

Na operação da Doohmob, a tela é dividida em espaços que podem ser contratados separadamente:

Todos os espaços estão ilustrados na página de espaços de anúncio.

O passo a passo de uma campanha

  1. Briefing e proposta — objetivo, praça, período e modelo de contratação (orçamento definido, custo por inserção ou volume de exibições — detalhamos os três aqui);
  2. Criativo — vídeo (ex.: 15s) e/ou banners nos formatos da tela; a troca de criativo durante a campanha é remota, sem custo de produção física;
  3. Veiculação — a campanha entra na programação das telas, com segmentação por região, faixa de horário e categoria de veículo;
  4. Acompanhamento — o anunciante recebe acesso a uma área exclusiva na plataforma e acompanha em tempo real: inserções, audiência, interações e progresso da entrega;
  5. Entrega garantida — um motor de distribuição ajusta a frequência automaticamente para a meta ser cumprida até o fim do período.

Como a audiência é medida (sem ferir a privacidade)

Esse é o diferencial técnico do formato. Além de registrar cada exibição — a prova de veiculação, com data, hora e veículo —, o sistema detecta de forma anônima se havia passageiro na frente da tela no momento da inserção. Nenhuma imagem é armazenada ou transmitida; o que o relatório mostra são números agregados: exibições totais, exibições com público e perfil estimado (faixa etária e gênero), em conformidade com a LGPD.

E a interação? O passageiro pode tocar na tela e escanear QR codes — para abrir uma conversa no WhatsApp da marca, acessar o site ou pegar uma oferta. Cada toque e cada scan contam no relatório, transformando a mídia em canal de resposta direta.

Para quem o formato faz sentido

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